ESPERO ESTAR ERRADA NOS MEUS PENSAMENTOS... NÃO VOU DAR ANDAMENTO... MAS COSTUMO NÃO ERRAR ATRAVÉS DO OLHAR... DO COMPORTAMENTO, NEM QUE SEJA POR UM SIMPLES MOMENTO... DA SITUAÇÃO "CRIADA"... SE FOR PURA FACHADA??? SE ESTIVER USANDO A LÁBIA DE FORMA SÁBIA... ESPERO ESTAR ERRADA NOS MEUS ARGUMENTOS... E MANDAR EMBORA ESSE SENTIMENTO, DEIXAR PARA TRÁS ESSE PRESSENTIMENTO E NÃO TRANSFORMAR O BELO EM RESSENTIMENTO... TALVEZ SEJA CEDO E POR ISSO O MEDO... TALVEZ O SONHO RUIM ME TIROU O SONHO... EU QUERO ACORDAR E VER O "NOVO" DE NOVO...
Artista não tem alma egoísta... não digo alguém que se diz, mas o que sente: O “verdadeiro” artista.
Aquele que não escolhe a profissão por acaso, mas o que foi escolhido por ela.
Energia extra, diferenciada, incapaz de ser guardada... dividida através de múltiplas expressões.
Poder indizível de levar sentimentos ao extremo, emoções... Quando ama,...“ama”... quando sofre... “sofre”. Parece simples, mas desconfio que seja uma condição privilegiada.
Quem vê de fora não percebe, não entende... por isso artista é tido como louco... Seria melhor ser normal? E permitir que nossos sentimentos sejam limitados?
...Talvez porque possua o perfume preferido, o sorriso inesquecível ou talvez porque eu tenha desenhado em seus olhos translúcidos um mundo desejado. É como se no interior de seus olhos azuis, escondesse uma região idealizada. Não tem noção de como é bela, de como é sentida, vivida e livre. Sim a liberdade... ir e vir...
Não me perderia, por mais que o caminho tivesse obstáculos, tivesse mudado sua direção. Eu saberia voltar. Lembra o perfume? Pois é, inconfundível!!! Conseguiria de longe senti-lo e como num passe de mágica estaria eu ali, diante de Ti...
Tudo que eu queria era poder transformar em verdade o que ali dentro existia, região cujos limites pertencessem aos meus e seus desejos... Encontros casuais, nada tradicionais. Eu e você. Eu, você e... possibilidades... melhor me calar!
Mas esqueci que a fixação do perfume pouco a pouco vai deixando de pertencer ao corpo, restanto apenas o seu cheiro... Por outro lado esqueceu a fragrância que estava utilizando e não fez questão de procurá-la... Não consigo mais sentir o perfume, não lembro mais do seu cheiro...
E agora me encontro perdida, sem saber que caminho trilhar, já nem sei se quero seguir a direção em que se encontra... Talvez por circustâncias do destino eu o encontre novamente e aí possa reconhecer seu cheiro, seu novo perfume... talvez... talvez o perca para sempre... talvez...
Talvez o encanto perdeu-se em algum canto, talvez o espanto fizesse com que nossa história morresse em desencanto... talvez nem tenha nascido... talvez...
Será verdade? Saudade? Vontade? Fuga da realidade?
Para um de nós: passado, história.
Para um de nós: passado, história, encontro.
Para um de nós: encontro, encanto, sonho, desejo, passado presente.
Por ele amizade, por ela amizade, saindo da outra saudade.
Se partisse dele amizade..., algumas vezes vontade, outras saudade.
São três e sem pecado. Quando juntos separados, uma vez juntos só em dupla hétero e no passado, nada, nada pesado!
Cada dupla no seu tempo, a primeira há tempos e a contento.
A segunda uma dupla de amigas, tão amigas que partilharam o pão.
A terceira dupla etéria, volátil, frágil, entorpecente ainda que inocente.
A terceira enlouqueceu, doeu, ferveu, ardeu, sofreu tanto que ainda hoje sente como se estivesse doente... Como se fosse dela dependente. Foram apenas alguns poucos encontros, poucos, mas mais intensos que qualquer outro...
Dos três, duas duplas de amigos, uma outra de perdidos, de possíveis apaixonados, que deixaram de viver...
Já a felicidade é papo para outra hora, é para quem tem a sabedoria de um profissional da saúde, parafraseando Yung, que entende que não existe cura sem dor.
É preciso doer profundamente, uma dor incontrolável aguda e cronificante, para que sua mente se expanda e sua visão seja ampliada a ponto de perceber a tempo de sobreviver... que é tudo, até mesmo o absoluto, relativo e proporcional a ilusão criada por sua mente racional.
Mente esta, que surpreende quando conta o que sente e faz doer até na gente quando visível a, oprimida, mulher que seria se ela própria se permitisse.
Sim, volta-se novamente a mesma questão. Sim, o amor!
O amor perdido, jamais vivido, o amor que não foi sentido, que não foi doído, que não foi passado, que faltou as aulas, que esteve presente sempre em outra sala, que nunca a enxergou, que a deixou de lado... que não esteve nem mesmo no seu passado.
Possivelmente não haverá cura para o que sente, se na verdade não está doente.
Será tudo solidão? Será pureza de espírito? Será algo jamais descrito? Será fraqueza? Carência? Necessidade de tristeza? Será coisa de artista? Será alma de altruísta? Será coisa de gente egoísta? Será que falta um pedaço? Será que ainda não achou seu espaço? Será que faz todos de palhaços? O que será que a faz assim? O que a faz sofrer tanto, como que encanto de conto de fadas? Difícil saber, impossível compreender. Ela própria não entenderia o porquê de tanta agonia... É só uma menina, perdida pela idade que a poeira escondia.
Jú Desliza na vida, patina pelas adversidades, esquia pelos sonhos, surfa na vontade. Segue em frente, sem remar precisamente. Nega-se a sentir o granizo e às vezes faz com ele um sorvete. Mãe inadvertida, selvagem, inquieta. Jú divertida, devassa, casta, viva, ingênua, sofrida. Espremida entre Baco e Apolo, dribla a razão com sua pressa imprecisa. Irmã talento, gana, insistência, teimosia. Jú impaciência, discreta rebeldia. Boneca que quebra, esfacela, remodela, recria. Jú começo, mil formas, alegria. Mulher menina, irmã, fantasia. Jú é todas, é atriz, é minha amiga.
Nós seres humanos somos cheios de falhas e tentamos sempre acertar, mesmo cometendo os maiores erros. Erros todos cometem e por mais estúpidos que sejam, acabamos inconscientemente prejudicando, magoando ou afastando a quem queremos bem, por outro lado aprendemos algo com isso, pois o erro verdadeiro é “aquele com o qual nada se aprende”. Se pudéssemos passar uma borracha em alguns de nossos atos, seria fácil fazer tudo certo. Lá vem a dicotomia entre o certo e o errado, o que é o certo e o que é o errado? Eis o paralelo da incoerência e das contradições. Escuto dizer que traição é errado, mas também escutei dizer que a pessoa que deseja trair, se não a faz, acaba traindo a si própria, pois está traindo o seu desejo. Então não trair seria seu erro... Difícil admitirmos nossas falhas, mais difícil ainda é tolerarmos as falhas dos outros, porque simplesmente escolhemos como a verdade o nosso entendimento. Eu erro, tu erras, ele erra e nós também erramos, erramos por discordarmos num aspecto que é relativo, que depende do meu, do seu referencial ou de quem quer que seja. Aquilo que não foi bom para você, foi bom para mim, e daí? Aquilo que funciona para você, pode não funcionar para mim, e daí? Não temos que comparar e nem questionarmos, apenas respeitarmos o que sentimos. Sem querer, com palavras menos elaboradas, repeti o que diz no texto: “Na terra, onde existe uma diversidade atroz na natureza e nos seres humanos e que ao mesmo tempo tende a convergir para a harmonia, para o equilíbrio e nós (os não ignorantes) temos a obrigação de contribuir para isso. Vocês vivem dizendo que eu faço tudo errado e o que é o certo? Vocês podem me dizer? Para a maioria das pessoas o certo é correr atrás do sucesso, da riqueza, do poder. É ser forte, lutador, radical em suas ações. São Francisco de Assis, Sidarta, deixaram a riqueza e o poder para se dedicar à caridade e à espiritualidade e nem por isso estavam errados. E os novos ricos, estão errados ao se entregarem com sofreguidão ao luxo, à ostentação, a tudo que o dinheiro pode lhes proporcionar, esquecendo-se de que o verdadeiro status é o caráter? Não, porque eles precisam disso para auto afirmação. Precisam experimentar e repor tudo o que não tiveram na vida e não podemos dizer que eles estão errados. E o que me dizem das diferenças culturais? Será que temos o direito de nos insurgirmos contra o costume da mutilação feminina de alguns países muçulmanos? O que para nós é uma barbárie, para eles é tradição, faz parte de sua cultura. Diferenças naturais, culturais, individuais. Este é o mundo em que vivemos. Devemos enaltecer os fortes, os corajosos, os destemidos? Claro, graças a Deus que existiram Marco Polo, Alexandre, Colombo, reis e rainhas poderosos. Mas o mundo não é só dos fortes. Os fracos, os humildes, os submissos, os mansos de coração e de espírito também têm o seu lugar na terra. Foram com eles que os fortes triunfaram. Por isso, neste mundo em que vivemos, tudo é relativo. Aliás tem uma frase muito coerente que diz: “a única regra absoluta que existe é que tudo é relativo”. Para mim a única lei universal que existe é a do bem e a do mal”. Nesse momento me fazem mal, sem saber que fazem, tentam de certa forma me atingir com uma enorme pedra, mas com minha força, embora devam achar que não tenha, quebro-a em pedacinhos, todos certeiros. Algumas tentam me derrubar, mas entre uma esquiva e outra eu acredito que vou alcançar meus objetivos. Não vou desistir no meio do caminho. Posso até aceitar que me ajudem, mas no meu tempo.
Quando vivemos esse momento não conseguimos perceber as coisas da forma como exatamente são, procuramos sempre desculpas e nos apegamos a elas. Criamos bloqueios a qualquer tipo de rejeição, negação, mesmo que estejam estampados aos nossos olhos. Olhos que não querem enxergar, que não querem perceber. Acreditamos de verdade que tal possibilidade chegará a nossa frente, não importando o tempo que demore. Para quem é paciente então, esse estado se prolonga e a esperança tenta confortar o sentimento de angústia que nos invade. Uma confusão de sentimentos se instala e um pensamento quase que constante atormenta nossa rotina.
Com que direito alguém chega assim e desencadeia todos esses sentimentos impossíveis de serem controlados? Não, a pergunta seria: com que direito deixamos esses sentimentos nos controlar?
Quando acordamos desse estado de melancolia, aí sim enxergamos e percebemos aquilo que de alguma forma foi dito não com clareza, mas com a certeza da impossibilidade. Palavras que sugeriam promessas, mas que vinham disfarçadas com esquivas delicadas, quase que imperceptíveis, talvez para não magoar ou talvez mesmo para iludir. Após essa descoberta, ainda encontramos um vazio que se nega a ser preenchido, que recusa qualquer tipo mesmo que sincero de uma nova oportunidade. Mas também nos esquivamos da mesma maneira delicada e sem querer, agimos da mesma forma que quem provocou essa ilusão. Quem garante que agora a desprezada oportunidade não se encherá de ilusão? Complicado e dolorido aceitarmos e descrevermos sentimentos não correspondidos...
Menina aos 13, criança em plena mudança. Através de um simples olhar, percebe seu jeito de andar, sem ainda querer alcançar.
Imperceptível aos olhos dele, mas nele percebe o charme e acompanha discretamente, sem nenhuma intenção na mente. Passa na minha frente, rente e não me sente. Brinca, sorri, seduz e conversa com outras mulheres. Nelas o contato é próximo, cochicho ao pé do ouvido, comigo nenhum sorriso, comigo nem risco e rabisco.
Grande perda acontece, menina perde um amigo, o homem que achava mais lindo, não é a toa que seu nome era Arlindo. Para ele é mais forte a emoção, quem parte é o amigo irmão e perde-se parte do chão. Agora falaremos do Izão.
Carinho e respeito, amigo do fundo do peito, sua ilha é a família e com coragem, mergulha nessa nova amizade.
Por fim o conhece de fato, será esse meu candidato? Ele passa a brincar, conversar e sorrir, isso basta para seduzir.
Encontro aos finais de semana, sempre violão e canção. Menina com pouca malícia, acha isso uma delícia. Menina, sapeca, mas discreta, não resiste e se interessa com uma pequena pressa. Ainda aos 14 sabe o que quer, como se fosse uma mulher.
Pausa no violão! Ainda bem, porque não era bela a canção!
Ele a abraça e ela não perde a graça. Devagar encontram o beijo, felicidade não depende de idade e começa nesse exato momento, algo que jamais teve esquecimento.
No beijo aquela emoção, que logo se transforma em paixão. Paixão de adolescente e quem foi que disse que não sente?
Paixão com anseio, sem freio, sem rodeio.
Paixão sem limite, mas cheia de palpite.
Paixão com risco desde o início.
Março/2010
“AFINAL QUEM É VOCÊ?” ESSE TEXTO VAI LONGE, MAS MEU PENSAMENTO NÃO QUER DAR ANDAMENTO E NO MOMENTO CONHEÇO O FINAL, QUE ENFIM É O PONTO FINAL.
...Hoje escrever não é mais sofrer é até divertido podem crer. Eu menti, pois eu sofri, senti, vi e percebi. Sua atitude Deus me ajude foi pior do que criança desprovida de esperança. Chegou em mim como um pesadelo sem fim, mas tento me acalmar pois não mereço chorar. Para piorar, você me fez viajar, largar tudo e me arriscar. Teria valido a pena, faria uma centena se sua coragem não fosse pequena. Se sua nobreza não acabasse em pobreza, se sua tristeza se transformasse em grandeza ou se minha natureza escondesse a fraqueza.
Hoje você veio me procurar, para tentar se explicar ou mais uma vez me enfeitiçar? Foi só suspirar e consegui enxergar porque lá trás não pude escapar. Já não sou mais a criatura que te atura quando me procura. Já não sou mais a menina sem malícia que acha tudo uma delícia, já não sou mais a menina sapeca, discreta com pequena pressa. Eu cresci, amadureci, resisti e por um fim nessa história eu decidi.
Um ano, dois anos? Não! Uma vida, não totalmente perdida. Dezenove anos cheios de planos e muitos enganos. Muita gente se metendo na frente. Corremos riscos, naquilo que fizemos, mas como somos ariscos, só nós dois sabemos. Sempre proibido, sempre doído, mas sem perder a libido. Um grande intervalo, onde apenas carinho é cultivado e simples contato acontece de fato.
Até ano passado, eu tinha pensado que o resultado não ia ser fracassado. Mas nosso encontro, chegou num ponto que me fez pensar em partir desse ponto. Depois do grande intervalo a criança se enche de esperança, mas o reencontro foi um desencontro e aquela conversa nenhum pouco me interessa.
Não estava feliz é o que me diz, que nos barra então? Minha relação? Não, já conhece a razão. Apenas amizade e sem falsidade. A religião? A sua, não minha. Respeito, mas acho suspeito alguém supremo, descer ao extremo.
Não vou dar atenção a essa discussão, mas saiba então que a partir daí que esquecesse você eu pedi.
Fiquei bem, estava bem mesmo tempos sem ninguém. O foco da otimista era na vida de artista, idealista e pretendendo várias conquistas.
Opa!!! Conheci uma pessoa e não foi à toa. Alguma coisa aconteceu, pelo menos no meu eu. Eu mudei, te falei e te contei a respeito do sujeito. Senti que não gostou e que se chateou. Mas como? Você se julga meu dono?
Me apaixonei eu não sei, mas me encantei por alguém que inventei, gastei meu pensamento com alguém de um momento. Traduzi em palavras o que me intrigava. Mas preferia ele e não você. Pensava nele e não em você.
Eu disse que mudei, nem eu acreditei. Tudo bem ele não sabe que existo, mesmo assim repito: Preferia ele e não você.
Nessa história isso é uma vitória, me livrei da prisão, mas com uma condição. Caí numa armadilha e agora quem me tira?
Você bem que tentou, se separou e me procurou. Sem cerimônia pediu que voasse ao seu encontro e que te abraçasse. Assim eu fiz, sem cerimônia voei, te encontrei e te abracei.
Sua família eu adoro, por eles eu “oro”. Sua mãe sempre torceu pelo que nunca aconteceu e o que mais me surpreendeu foi seu pai, que veio me perguntar, porque nunca decidimos nos casar e para completar: vocês sempre se gostaram tanto e ainda se gostam, porque não deram certo se ainda estão tão perto?
Fiquei sem resposta! Pensando na possibilidade de uma proposta.
Quebrei todas as regras, não gosto mesmo delas. Acreditei numa chance para esse romance. Nada nos impedia, mesmo contra a maioria. Nem marido que é amigo, nem esposa perniciosa, nem pais, pois não se metem mais, nem filho é empecilho, apenas ainda o pensamento naquele daquele momento. Sinto dizer, mas ainda preferia estar com ele e não com você.
Contei para todos sobre minha decisão mesmo sabendo que ia ouvir sermão.
Pela primeira vez tivemos oportunidade e a gente fez apenas com essa idade, o normal que faz qualquer casal, em qualquer local de forma habitual. Dormir e acordar!!! E sem me importar com alguém a me procurar. Que vergonha, me sinto uma pamonha. E dizem que não sou paciente, mas não estão cientes.
Você sempre usou sua lábia de forma sábia. Relembrou mínimos detalhes, sem precisar que eu falesse. Sabe onde foi à maior emoção? Quando pediu para pegar na sua mão.
Não vou mais falar em detalhes, mandei tudo para os ares. Assim que me escreveu, você nem percebeu, mas no mesmo momento descobri que sua ação era provocar a situação para atrair quem gosta de te trair. Pensei que te conhecia, mas era apenas teoria.
Você é fraco, não quer sair do buraco. Está sendo tolo, não merece consolo, está sendo imprudente por estar carente.
Enfim, o pesadelo teve um fim, sua estupidez o levou a insensatez que me levou de uma vez a ver com nitidez o que nunca quis enxergar. Não vale mais a pena me esforçar, nenhuma lágrima derramar, nem mais um vôo decolar para não sair do mesmo lugar.
Não vai ficar marcas, nem cicatriz, apenas duras respostas na mão de uma atriz. Agora eu só te quero bem e que seja feliz também.
Jú
Desliza na vida, patina pelas adversidades, esquia pelos sonhos, surfa na vontade. Segue em frente, sem remar precisamente. Nega-se a sentir o granizo e às vezes faz com ele um sorvete. Mãe inadvertida, selvagem, inquieta. Jú divertida, devassa, casta, viva, ingênua, sofrida. Espremida entre Baco e Apolo, dribla a razão com sua pressa imprecisa. Irmã talento, gana, insistência, teimosia. Jú impaciência, discreta rebeldia. Boneca que quebra, esfacela, remodela, recria. Jú começo, mil formas, alegria. Mulher menina, irmã, fantasia.
Jú é todas,
é atriz,
é minha amiga.
CIÇA ALAZRAQUI /////
Fiz esse Blog para trocar idéias, informações, divulgar meus trabalhos e principalmente desabafar. Transformar em palavras toda minha emoção. Tenho necessidade de expressar. Sou atriz e de alguma forma essa energia tem que ser canalizada. Todos os textos que escrevo são registrados, pois posso usá-los a qualquer momento em algum trabalho, por isso tomo esse cuidado.